Todos juntos somos fortes

Não devemos ser escravos de um padrão, de uma época, de um costume.

A floresta é nossa

A Lei Florestal está ameaçada pela bancada da moto-serra.

Surfistas criam prancha feita com 90% de materiais renováveis

A utilização de materiais que não fazem mal ao planeta pode ser encontrada em vários objetos, inclusive em pranchas de surf.

Ato Contra Energia Nuclear

O Brasil precisa de energia limpa.

Todos por praias mais limpas

A campanha “Vamos Limpar o Mundo” 2010, aconteceu na cidade de Itanhaém e contou com a participação de voluntários por toda a cidade.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Atentado a democracia digital



COMETEM E REPLIQUEM AS SUAS INDIGNAÇÕES

Compujob lança computador ecológico

Eco Focus reduz 50% do consumo de energia em relação aos desktops normais

A Compujob - rede de lojas de informática porto-alegrense - lança o seu novo produto: o Eco Focus. Além de mais barato, o computador ecológico reduz 50% do consumo de energia em relação aos demais. Também utiliza o primeiro processador sem a presença de carbono do mundo.

A arquitetura do Eco Focus foi principalmente projetada para economizar energia. O computador consome 60w em máximo uso do processamento. No modo hibernação, o número chega próximo a zero. Computadores normais consomem em média 140w, podendo chegar a 400w em uso total do processamento. Outro diferencial é o processador VIA C7®-D – primeiro componente para PC sem a presença de carbono.
– Pensar e refletir sobre questões ambientais é importante, mas é necessário investir em estratégias como esta para resolver os problemas que também são nossos – enfatiza a Diretora da Compujob, Adriane Lengler.
Ao contrário da maioria dos produtos ecologicamente corretos, o custo de aquisição do Eco Focus também é mais baixo. Isto é possível porque seus componentes priorizam a redução da energia e não o desempenho da máquina. Um PC com 1 Gb de memória custa R$ 699.

O lançamento é mais um produto da Focus - a marca própria dos computadores da Compujob. Os modelos dessa linha já foram testados por algumas das melhores revistas especializadas na área de tecnologia, obtendo como resultados: excelente conjunto, performance e atualização tecnológica dos desktops.


Eco Focus utiliza processador sem a presença de carbono

O Eco Focus utiliza o processador VIA C7®-D – primeiro componente para computador do mundo sem a presença de carbono. Para cada processador comercializado, a VIA – empresa parceira da Compujob – conta com a ajuda de ambientalistas que calculam a eletricidade utilizada durante toda a vida útil do produto, estimada em três anos. Deste período, a VIA calcula quanta emissão de CO2 será liberada no ambiente e ajuda organizações em projetos como: reflorestamento e iniciativas que promovem o uso de energia alternativa.

Consumindo apenas 20W de energia no máximo, o processador VIA C7®-D também define novos padrões na operação desempenho por watt e permite o uso de componentes mais econômicos em termos de energia como fontes de alimentação e ventiladores, facilitando a criação de desktops comerciais bem mais acessíveis. O processador é baseado no econômico formato NanoBGA2 que mede apenas 21mm x 21mm e é escalável de 1.5GHz a 1.8GHz.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Interessante: DADOS SOBRE O PLANETA


20% da população mundial consome 80% dos recursos do planeta.
GEO4, UNEP (Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente) 2007

O mundo gasta doze vezes mais em armas do que em ajuda de desenvolvimento de países
SIPRI Yearbook, 2008 (Instituto Internacional de Pesquisa em Paz de Estocolmo) OECD, 2008 (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)

5.000 pessoas morrem todos dias por beber água poluída. Um bilhão de seres humanos não têm acesso à água de beber salutar.
UNDP, 2006 (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas)

1 bilhão de pessoas passam fome.
FAO, 2008 (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação)

Mais de 50% do grão comercializado ao redor do mundo é usado para ração animal ou biocombustíveis.
Worldwatch Institute, 2007 FAO, 2008

40% da terra cultivável é degradada.
UNEP (Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente), ISRIC World Soil Information

A cada ano, 13 milhões de hectares de florestas desaparecem.
FAO, 2005

1 mamífero em 4, 1 pássaro em 8, 1 anfíbio em 3 estão ameaçados de extinção. As espécies estão desaparecendo mil vezes mais rápido do que o ritmo natural de extinção.
IUCN, 2008 (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais)
XVI Congresso Internacional de Botânica, Saint-Louis, USA, 1999

75% dos produtos da indústria pesqueira estão extintos, esgotados ou em risco de extinção.
Fonte ONU

A temperatura média dos últimos 15 anos tem sido a mais alta desde o início de seu registro.
NASA GISS data
http://data. giss.nasa. gov/gistemp/ graphs/Fig. A.txt
http://data. giss.nasa. gov/gistemp/ graphs/Fig. A2.txt

A calota polar perdeu 40% de sua espessura em 40 anos.
NSIDC, National Snow and Ice Data Center (Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo), 2004

Poderá haver 200 milhões de refugiados do clima em 2050.
The Stern Review: the Economics of Climate Change
Part II, Cap. 3, pág. 77

http://www.hm- treasury. gov.uk/d/ Part_II_Introduc tion_group. pdf

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Vem aí o VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental

Evento em âmbito nacional, promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), coletivo que reúne mais de 40 redes de educação ambiental e educadores ambientais do país.

O evento acontecerá de 22 a 25 de julho deste ano no campus da Praia Vermelha, da UFRJ. O endereço da universidade é Avenida Pasteur, 250, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro/RJ.O Coordenador do VI Fórum, o educador ambiental Declev Dib-Ferreira, estima a participação de mais de 4 mil participantes inscritos. Acontecerão, durante os 4 dias, cerca de 60 minicursos e oficinas, 10 mesas-redondas, 20 Jornadas Temáticas, Encontros paralelos, lançamentos de livros, show musicais, festivais de cinemas, apresentação de pôsteres e o lançamento do número 4 da Revista Brasileira de Educação Ambiental.

Responsável pela organização da programação, construída coletivamente com os membros da REBEA e redes e coletivo parceiros, a educadora Jacqueline Guerreiro informa que este fórum terá algumas atrações inovadoras como o VI Fórum Virtual, espaço onde se organizarão Fóruns de Discussão, o Espaço Ecumênico e o Espaço Semente com atividades educativas para crianças. Ocorrerá encontros importantes como o Encontro Comunitário de Educação Ambiental, organizado pela Federaçãovde Associações de Moradores e a Associação de Favelas do RJ, o
Encontro das Salas Verdes e o Encontro de Coletivos Educadores.

O Fórum também conta com o apoio da ABRACO – Associação Brasileira de Rádios Comunitárias que transmitirá ao vivo do Fórum para cerca de 100 rádios comunitárias.

O Fórum também se configurará como um espaço de diálogo entre a REBEA e demais redes ambientais, como a ANAMMA, a Rede Brasileira de Agendas 21 Locais ,Rede da Juventude pelo Meio Ambiente, Rede de JustiçaAmbiental, Rede Ecossocialista,Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA) , Rede de Educomunicação Ambiental ( REBECA), Fórum Brasileiro de Ongs e Movimentos Sociais, APEDEMA-RJ, e o Movimento Nacional de Catadores.

Integrantes dos Colegiados Ambientais do SISNAMA, das Comissões Organizadores Estaduais da Conferência Nacional de Meio Ambiente e Conferência Infanto-Juvenil de Meio Ambiente estarão organizando atividades e educadores ambientais de Angola e da América Latina estarão presentes.

Todos os informes, inscrições, valores, inscrição de trabalhos podem ser feitos no site do evento, que será muito mais que um espaço de divulgação de informação, mas um espaço interativo, de discussões, trocas e permanente construção em prol da qualidade da educação ambiental brasileira.

O endereço do site é http://forumearebea.org

A secretaria Executiva do evento está sob a responsabilidade do Instituto Baía de Guanabara (IBG) e maiores informações podem ser conseguidas através do site ou do email viforum@baiadeguanabara.org.br

Marcha Mundial pela Paz e Não Violência



Saiba mais click aqui

terça-feira, 23 de junho de 2009

"Aliança dos Surfistas propõe catalizar propostas pela sustentabilidade


Aliança dos surfistas pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade em Ubatuba, capital do surf
A “Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade” foi lançada em Ubatuba, no dia 18 de junho, durante o seminário "Nas Ondas da Sustentabilidade". A atividade, que integra o Programa Surfe Sustentável, da Entidade Ecológica dos Surfistas (Ecosurfi), foi realizado em parceria com a Associação Ubatuba de Surf (AUS) e Prefeitura Municipal de Ubatuba por meio da Secretaria de Meio Ambiente.

Aliança dos surfistas pelo Meio Ambiente Ambiente e Sustentabilidade Carlos Milanelli CETESBA idéia é construir a “Carta de Responsabilidades dos Surfistas para Sociedades Sustentáveis” a partir das ações, propostas e reflexões, articuladas em rede, das diversas comunidades do surfe espalhadas pelo litoral brasileiro. A "Aliança dos Surfistas" é esta rede, que tem como proposta ser uma catalizadora de parcerias, articulando todos os seguimentos dentro da comunidade surfe (mídia, indústria, sociedade civil, profissionais etc) para agir e refletir em torno da Surfe e geração Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade Ecosurficonstrução de sociedades sustentáveis.

A proposta traz o conceito de “responsabilidades humanas” como fio condutor dos debates sobre o papel do surfista na sociedade contemporânea, que encara o desafio de enfrentar e se adaptar às mudanças ambientais globais. Traz também a idéia de que estão no nível local as possibilidade mais coerentes de elaborar estratégias e intervir com praticidade nos acordos políticos que causam os conflitos socioambientais. Para o dirigente da Carlinhbos e Paulo Mota Associação Ubatuba de Surfe AUS Aliança dos Surfistas EcosurfiEcosurfi, João Malavolta, a sociedade civil não pode mais achar que é da classe política o compromisso por cuidar das pessoas, zelar pela comunidade e valorizar a vida. Ao mesmo tempo em que não se pode mais achar que “cada um fazer sua parte” é o suficiente.

“A atitude individual é importante na resolução da crise ambiental que vivemos, as escolhas pessoais são fundamentais. Mas não podemos deixar de lado a Saulo Junior Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente Ecosurfi Ubatubaperspectiva coletiva, que é o que marca e induz o comportamento das pessoas”, fala Malavolta. E neste contexto, “o surfe promove e expressa um estilo de vida saudável, representa uma imagem positiva, mas também há um desgaste da verdadeira essência do surfe por meio do estímulo exagerado do consumo”, conclui.

Propostas ubatubenses
Durante o seminário em Ubatuba, diversos segmentos do surfe interagiram. Participaram fabricantes de pranchas, representantes da prefeitura, da CETESB, ONGs locais e surfistas amadores e profissionais, entre eles o top do Super Surf e atual campeão paulista profissional, Saulo Junior, o ex-Top do WQS, Tadeu Pereira e Narciso Oliveira, ambos também campeões paulista de surf profissional, além do embaixador do surfe de Ubatuba, Zecão.
Tadeu Pereira Aliança Surfistas Meio Ambiente Ecosurfi Ubatuba
Segundo o ex-surfista profissional, Tadeu Pereira, a partir das pequenas ações é possível melhorar o lugar que vivemos e cuidar da qualidade do sistema costeiro. "Se cada um no seu dia a dia fizer coisas pequenas, atitudes simples como não poluir a praia e orientar as pessoas sobre o respeito que ela merece, já estará contribuindo para a mudança".

Zecão Ubatuba Aliança dos Surfistas Ubatuba EcosurfiDa conversa sobre responsabilidades o papo avançou para a construção coletiva de propostas que pudessem ser transformadas em coisas práticas. Os surfistas então conversaram sobre os conflitos do surfe na realidade socioambiental local e depois apresentaram suas propostas para construir soluções e resolver alguns deles.

Emergiram questões como os impactos provocados pelos eventos de surfe nas praias e comunidades Patrícia Maciel Agenda 21 Ubatuba Aliança dos Surfistas Ecosurfi Ubatubalocais e o alto nível de agressão causado pela indústria de pranchas. E foram abordadam também as escolinhas de surfe como espaços propícios para implementar a educação ambiental, além dos surfistas como potenciais produtores e difusores de informações ambientais em nível local, cuidando da qualidade dos oceanos e ambientes costeiros.

Entre as propostas, surgiram idéias como formar um grupo de trabalho para elaborar critérios para os campeonatos de surfe e a criação de uma comissão para construir, em parceria com a Prefeitura e CETESB, para elaborar metas e soluções para a gestão adequada dos resíduos de fábricas de pranchas. Além de um mutirão de limpeza de praias na Praia de Fora, uma das que vem sofrendo bastante com o lixo.

José Carlos Renno, embaixador do surf de Ubatuba mais conhecido como Zecão, disse que a iniciativa é muito interessante. "Eu já faço coisas na área, como quando implantamos a educação ambiental na escolinha de surfe. Isto só anima a continuar insistindo e enfrentando as dificuldades", falou.

Outro que também gostou foi o presidente da Associação Ubatuba de Surf, Paulo Motta. Para ele “este é um processo que já deveria ter começado, porque realmente o lixo gerado pelas fábricas de prancha é um resíduo muito danoso para o meio ambiente. O seminário teve o objetivo de plantar uma semente para instigar as ações efetivas. O fato deste projeto ter vindo de fora denota que Ubatuba realmente é considerada a capital do surf e como tal, deve servir de exemplo também na preservação do meio ambiente. Este é um projeto que tem potencial para atingir toda a costa brasileira. Como cidadão e filho desta cidade, pretendo ajudar a fazer crescer este movimento e melhorar o ecossistema.”

Por Bruno Pinheiro
Gestão Comunicação Ecosurfi

Mais informações
surfsustentavel@ecosurfi.org
(13) 3426-8138 / 9751-0332 / 8134-2742
www.ecosurfi.org

terça-feira, 16 de junho de 2009

Programa Surf Sustentável será lançado em Ubatuba

Na próxima quinta feira (18/06) a ONG Ecosurfi estará começando a primeira etapa do programa Surf Sustentável, que é uma iniciativa da organização para contribuir com a sensibilização da comunidade do surf sobre a questão ambiental. A idéia tem como proposta a criação de um diálogo entre os surfistas, para a construção da “Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente”.

Ubatuba como a cidade mais surf do Brasil, sai na frente mais uma vez, e leva para a região o seminário “Surf nas ondas da sustentabilidade”, que irá trazer em sua programação palestras e dinâmicas para sensibilizar a comunidade do surf, sobre formas de enfrentar às mudanças ambientais globais, intensificadas pelo Aquecimento Global.

Esse programa carrega em sua base de ação a possibilidade de discutir entre todos os segmentos do esporte, o papel de cada empresa, indivíduo e/ou organização, frente ao atual modelo de desenvolvimento socioeconômico, que vem causando crises, desigualdades e homogenização cultural pelo Planeta e influenciando com implicações negativas a vida dos surfistas pelos litorais de todo o mundo.

Programação:

Seminário “Nas ondas da Sustentabilidade”

1° Bloco

Apresentação e introdução

13h30min

Proposta de trabalho e a Aliança dos Surfistas

13h45min

Vídeo 01

14:h05min

Exposição oral – “O papel dos surfistas na sociedade”

14h:50min

Coffe-break

2° Bloco

Produção coletiva

15h:20min

Dinâmica – Espiral do oceano

15h:45min

Vídeo 02

16h:05min

Dinâmica – O terral da sustentabilidade

17h:45min

Ressaca de idéias

18h:30min

Encerramento


O seminário será realizado no dia 18 de junho das 13h30 às 18h30 horas no Hotel São Charbel, end.: Pça. Nóbrega Nº 280 – Centro, Telefone: (12) 3832-1090 / 3832-1080. Os interessados deverão se inscrever direto na Secretaria de Meio ambiente de Ubatuba, endereço: Rua Guarani, 465 – Itaguá ou pelo telefone: 3833-4541 | 3833-4636 Email: smma@ubatuba.sp.gov.br

Sobre a Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente

Para a construção e implementação das propostas de atividades e ações do programa Surf Sustentável, será criada uma rede, através da formação da Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente.

A aliança irá visar o resgate imaterial da plena integração que o surf proporciona com a natureza, demonstrando experiências e vivências, para demandar subsídios que colaborem com a discussão entre os atores do esporte, para uma nova visão, comportamento e práticas sustentáveis, que possam ser incorporadas na agenda de toda a comunidade global do surf.

Práticas que devam respeitar o meio ambiente são necessárias e precisam ser priorizadas pelos os agentes do surf. Contudo, a maneira encontrada para esse novo pacto entre o Homem e o Mar, será a concepção e celebração da "Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente", que tem como objetivo principal, proporcionar um novo consciente coletivo entre a comunidade do surf, através da elaboração e produção da Carta de Responsabilidade dos Surfistas pelo Meio Ambiente – CRSMA.

Responsabilidade dos Surfistas pelo Meio Ambiente

A Carta de Responsabilidade dos Surfistas pelo Meio Ambiente- CRSMA é um documento aberto, plural e diversificado, sem vinculações governamentais ou partidárias, que tem como base conceitual a Carta das Responsabilidades Humanas, que é um documento planetário que surgiu através da Aliança para um Mundo Plural e Solidário.

O trabalho de elaboração do projeto da CRSMA deve ser criado para:

  • Servir como ponto de partida para o aprofundamento da reflexão, do debate democrático de idéias sobre a área socioambiental;
  • A formulação de propostas, a troca livre de experiências e a articulação para ações eficazes, de pessoas, entidades, empresas e movimentos da sociedade civil e redes;
  • Articulações de homens e de mulheres das mais diversas origens sócio-culturais, credos, etnias, idades, orientação sexual, profissões, ideologia política ou filosófica, empenhados na construção de uma sociedade justa e igualitária;
  • Possibilitar o desenvolvimento sustentável e a proteção dos mares e oceanos;
  • Ser um espaço de convergência das pessoas que buscam e desejam lutar por um novo mundo, capaz de respeitar em sua integralidade os direitos humanos, sociais, culturais e ambientais universais.

Desta forma, a proposta da CRSMA, organizará ações como encontros, mobilizações para o engajamento público e audiências para montar um amplo debate sobre quais responsabilidades a comunidade do surf pode assumir frente às questões Ambientais Globais.

O Programa Surf Sustentável conta o apoio da: Aliança para um Mundo Plural e Solidário, Prefeitura Municipal de Ubatuba / Secretaria de Meio Ambiente, AUS - Associação Ubatuba Surf, Mescalito Desing, Guia Itanhaém Comercial, Rejuma – Rede Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade, Coletivo Jovem de Meio Ambiente – CJ Caiçara, REBEA – Rede Brasileira de Educação Ambiental, REPEA - Rede Paulista de Educação Ambiental, Fórum do Litoral Paulista das Agendas 21.

Para saber mais acesse:

http://www.surfsustentavel.blogspot.com

http://www.carta-responsabilidades-humanas.net

terça-feira, 9 de junho de 2009

ONG Ecosurfi recebe certificação internacional


Desde o inicíos dos trabalhos da Ecosurfi no ano 2000, as ações de combate a poluição sempre foram um dos principais focos das atividades desenvolvidas pela organização.

Milhares de toneladas de residúos sólidos dos ecossistemas costeiros foram retiradas através dos mutirões de despoluição, que a entidade realiza periodicamente como forma de combater os prejuizos ambientais, que a contaminação de ambientes sensiveis sofrem com a má disposição de materias, que demoram décadas para se decomporem no meio natural.

Essa forma de ação, que utiliza a mobilização popular também é o carro chefe da organização australiana Clean Up the World, que promove mundialmente no mês de setembro a campanha internacional "Vamos Limpar o Mundo", que a Ecosurfi realiza na Baixada Santista/SP.

Sempre agindo com agilidade, para o envio dos resultados das atividades "Vamos Limpar o Mundo" na Baixada Santista/SP, à organização "mãe" na Australia, a Ecosurfi presta um serviço plural, em socializar de maneira efetiva todos os dados produzidos, que vão desde o número de participantes, à quantidade de áreas despoluidas.

Neste ano a Ecosurfi recebeu na tarde de ontem, o certificado: "Comunidade Unida no Combate das Mudanças Climática", pelas ações que desenvolve em prol de um mundo sustentável, expedido pela secretária executiva da ONG Clean Up the World.

Esse certificado vem enaltecer o trabalho já desenvolvido, e servir de estímulo para os que vierem.

A Ecosurfi agradece a todos os voluntários, que devem se sentir "certificados" por esse reconhecimento.

www.ecosurfi.org

* Para saber mais sobre a campanha "Vamos Limpar o Mundo" click aqui

* Conheça a página oficial de atividades "Clean Up the World" click aqui

domingo, 7 de junho de 2009

Sempre Polêmico!!!

“Tomara sejamos civilizados quando chegar o desastre climático”

Por Stephen Leahy*

Toronto, 1º de junho (Terramérica) -
“Espero que, quando desatar o primeiro grande desastre climático, nos unamos como se estivessem invadindo nosso país”, afirma o cientista britânico James Lovelock nesta entrevista
exclusiva ao Terramérica.

Na medida em esquenta o clima e aumenta a concentração de carbono na atmosfera, o futuro fica muito mais nefasto do que as piores projeções do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática (IPCC), diz Lovelock.

Químico, médico e biofísico, este homem é o pai da Teoria Gaia, que descreve o planeta como um organismo vivo, um complexo sistema onde todos os componentes da biosfera e da atmosfera
interagem para regular e sustentar a vida.

Frequentemente controverso, Lovelock tem amplas credenciais científicas.
Como inventor, é titular de aproximadamente 50 patentes, entre elas os primeiros aparelhos para detectar clorofluorocarbonos, gases que afetam a camada de ozônio, e resíduos de pesticidas no meio ambiente. Também é autor de vários livros.

O último deles, “O desaparecido rosto de Gaia - Uma última advertência”, foi publicado em abril.

O Terramérica conversou com Lovelock em Toronto.

Segue a entrevista,

*TERRAMÉRICA: *Por que o senhor critica o IPCC?
*JAMES LOVELOCK:* Não significa que não tenham excelentes cientistas. Mas seus modelos informatizados não dão conta da resposta da biosfera ao aumento da temperatura pelo aquecimento global, nem incluem a resposta das florestas ou dos oceanos à maior concentração de dióxido de carbono. Ainda não podem modelar a autorregulamentação da Terra. Por isso suas projeções não batem.

As observações detectam que o aumento do nível do mar é muito maior e que o derretimento do Ártico está ocorrendo em maior velocidade do que acredita a maioria.

*TERRAMÉRICA:* A Terra já passou do ponto de inflexão climática?
*JL:* Sim. Está passando a um estado mais quente em resposta às mudanças que provocamos ao transformar boa parte da superfície do planeta e agregar dióxido de carbono à atmosfera. Não esqueçamos que a Terra já esteve quase inteiramente coberta de florestas, que eram uma parte importante do sistema regulador da vida planetária. Seguindo a Teoria Gaia, em algum
momento haverá uma mudança repentina para um novo clima que poderá ser, em média, cinco ou seis graus mais quente do que o atual. Não tenho idéia de quando essa mudança poderá ocorrer, mas estimo que teremos cerca de 20 anos para nos preparar.

*TERRAMÉRICA:* Como será este novo clima?
* JL:* As zonas tropicais e subtropicais serão muito quentes e secas para cultivar alimentos ou manter a vida humana. As pessoas serão obrigadas a emigrar para os polos, para lugares como o Canadá. No final do século haverá menos de um bilhão de pessoas. Tomara que não deixemos de ser civilizados, e que aqueles que viverem no Norte acolham uma quantidade inimaginável de refugiados do clima.

* TERRAMÉRICA: *O senhor descreve um futuro nefasto. Não há esperanças?
* JL: *Os seres humanos precisam adaptar-se para sobreviver neste novo planeta mais quente. Sobrevivemos à última era interglacial, quando o gelo cobria boa parte da América do Norte e da Europa e o nível do mar era 120 metros mais elevado do que agora. O primeiro passo é deixar de acreditar cegamente que tudo o que temos de fazer é reduzir nossa pegada de carbono e começar os preparativos para nos adaptar ao que virá.

*TERRAMÉRICA:* O senhor está dizendo que não devemos tentar reduzir as
emissões de carbono?
* JL: *Não estou dizendo que não podemos fazer nada. Digo que muitas das alternativas verdes, com a energia eólica, não têm mais que um valor simbólico. Depois dos Estados Unidos, a Alemanha é líder mundial em energia eólica, e suas emissões de carbono não deixaram de aumentar. É muito difícil reduzir drasticamente as emissões de carbono. O problema é que a pegada total de carbono de quase sete bilhões de pessoas é muito mais do que o planeta pode suportar nas condições atuais. Deveríamos proteger todas as florestas que restam, retornar boa parte das terras cultiváveis ao seu estado natural, utilizar os oceanos para capturar carbono e obter nossos alimentos a partir de alguma forma de biossíntese.

*TERRAMÉRICA:* A energia nuclear é uma alternativa melhor à eólica ou à
solar?
*JL: *A nuclear é a única fonte de energia prática e baixa em carbono. O fato de ser rechaçada pelos ecologistas é uma bobagem. A energia nuclear é mais segura do que as outras, e as preocupações com seus resíduos são infundadas. Os dejetos produzidos em um ano por um grande reator nuclear caberiam dentro de um automóvel. Na França, os resíduos radioativos de 25 a 30 anos estão guardados em uma área bem protegida do tamanho de uma pequena sala de concertos. O dióxido de carbono é muito mais perigoso.

* TERRAMÉRICA: *O que diz da geoengenharia, que manipula o clima para
enfrentar os efeitos do aquecimento global?
*JL: *Vale a pena examinar idéias como a injeção de aerossóis de sulfeto na estratosfera para refletir parte do calor do Sol para o espaço, a fim de esfriar o planeta. Se isso funcionar, poderemos ganhar tempo, mas não solucionará o problema.

*TERRAMÉRICA: *Como chegamos a uma situação em que todas as espécies estão
em perigo?
*JL: *É como a calma que antecedeu a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) na Grã-Bretanha, que vivi quando era jovem. Ninguém fez nada até que as bombas começaram a cair. Para a maioria, a mudança climática é algo teórico. Espero que, quando desatar o primeiro grande desastre, nos unamos como se estivessem invadindo nosso país.

* O autor é correspondente da IPS.
*Crédito da imagem:* Gentileza Sandy Lovelock
*Legenda:* James Lovelock está perto de completar 90 anos.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Divulguem !!! "Amigos" e "inimigos" da Amazônia


Por: Claudia Andrade / UOL

O Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) divulgou nesta sexta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, a primeira edição do prêmio "Amigo" e "Inimigo da Amazônia", voltado para os parlamentares que atuam no Congresso Nacional.

A lista é dividida em duas categorias: "espécies nativas", para os parlamentares da região da Amazônia, e "espécies exóticas", para aqueles de outras regiões do país.

Amigos

Espécies nativas
Senadora Marina Silva (PT-AC)
Senador José Néri (PSol-PA)
Deputado Sarney Filho (PV-MA)
Deputado Paulo Texeira (PT-SP)

Espécies exóticas
Senador Aloízio Mercadante (PT-SP)
Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF)
Senador Renato Casagrande (PSB-ES)


Inimigos
Espécies nativas
Senadora Kátia Abreu (DEM-TO)
Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Senador Romero Jucá (PMDB-RR)
Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Deputado Homero Pereira (PR-MT)

Espécies exóticas
Deputado José Nobre Guimarães (PT-CE)
Deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
Deputado Valdir Colatto (PMDB-SC)

Entre os inimigos da Amazônia, está a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), relatora da Medida Provisória 458 aprovada na última quarta-feira (3) no Senado, chamada pelos ambientalistas de "MP da grilagem". O texto permite a regularização de terras ocupadas na região da Amazônia.

Também entre os inimigos está o senador Romero Jucá (PMDB-RR), por ter, segundo os ambientalistas, liderado a bancada do governo na aprovação da MP 458 com rejeição dos destaques apresentados pela senadora Marina Silva (PT-AC), que poderiam melhorar a proposta na visão dos organizadores do prêmio.

A ex-ministra do Meio Ambiente, aliás, foi uma das premiadas como amiga da Amazônia, pelo "conjunto da obra".

No total, foram sete premiados como amigos da floresta e nove como inimigos. "Esperamos que, nas próximas edições, possamos aumentar os contemplados na categoria 'amigo' e reduzir os da categoria 'inimigo'", disse Esther Neuhaus, gerente executiva do FBOMS.

"Queremos mostrar para os parlamentares que a sociedade está atenta ao que eles estão fazendo e colocar um ponto de exclamação diante daqueles que têm atuação contrária à Amazônia".

Além do FBOMS, a comissão organizadora do prêmio contou ainda com integrantes do Greenpeace, Instituto Socioambiental, Imazon, MST e Amigos da Terra - Amazônia Brasileira.

Saiba mais no site da UOL

Marina Silva - Defendendo seus pares - Nós seres HUMANOS!!!

A senadora Marina Silva (PT-AC) enviou uma carta aberta ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo o veto de três artigos da medida provisória (MP) que permite a regularização de terras na Amazônia Legal. 

A matéria - aprovada no Senado sob a forma de um projeto de lei de conversão - será enviada ao presidente para sanção.- Da forma como foi aprovada, a proposta representa a legalização da grilagem - declarou ela ao anunciar a carta, nesta quinta-feira (4).

Segundo Marina Silva, um dos objetivos dos vetos é impedir que "aqueles que promovem a grilagem de terras, e colocam prepostos [laranjas] para cuidar dessas áreas, possam agora regularizá-las". 

A senadora ressaltou que os grileiros e os prepostos não podem ser confundidos com os posseiros - na quarta-feira, durante a votação da matéria, ela disse que um dos riscos da nova lei é que "aqueles que cometeram o crime de apropriação de terras públicas, os grileiros, sejam anistiados e confundidos com posseiros de boa fé".

Outro objetivo dos vetos, destacou ela, é garantir que a vistoria - "o instrumento mais importante de controle do processo de regularização fundiária" - seja aplicada inclusive para as terras com até quatro módulos fiscais (na região, um módulo fiscal equivale a cerca de 76 hectares). 

Marina lembrou que o texto aprovado no Senado dispensa da vistoria as áreas com até quatro módulos fiscais, que, segundo ela, "também podem apresentar irregularidades, inclusive com a presença de laranjas". No caso de terras de até um módulo fiscal, a parlamentar explicou que a dispensa da vistoria poderá ser concedida pelo governo durante o processo de regularização.

Além disso, os vetos também visam limitar a regularização de terras para as pessoas jurídicas que possuam outras propriedades rurais. Nesse caso, ela argumentou que há, na matéria aprovada pelo Senado, "uma anomalia difícil de ser percebida".
- Quem tiver várias empresas pode regularizar 1,5 mil hectares por cada empresa. E ainda poderá regularizar a si próprio como pessoa física - disse, acrescentando que "são formas de burlar [a lei]".

Retrocesso

Ao ser questionada sobre os possíveis impactos da nova lei sobre o meio ambiente e sobre a Amazônia, a senadora declarou que o texto, da forma como foi aprovado, "provocará um imenso retrocesso no processo de regularização fundiária que, timidamente, começava a avançar". Ela afirmou que, com a lei, 20% dos proprietários da região ("os grandes e médios proprietários") ficarão com aproximadamente 72% da área total, enquanto "os pequenos", que possuem terras de um a quatro módulos fiscais, ficarão com apenas 11,5% da área total.

- E os pequenos representam 80% dos proprietários da região - frisou.
Também conhecida como MP da Amazônia, essa matéria tramitou inicialmente como MP 458/09. Após ser modificada na Câmara dos Deputados, passou a tramitar como projeto de lei de conversão (PLV) 9/09.

Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eles não falaram !!!

Por: Marina Silva 

Foram duas horas, na casa de meu avô, no antigo seringal Bagaço, no Acre. 
Meu pai não tirava o ouvido do rádio, segurando o botão para manter a frequência e melhorar o chiado, a outra mão  agarrada à tábua que era o suporte do aparelho. Equilibrava-se ora num pé, ora noutro, sem arredar um minuto. 

Ele acompanhava a transmissão da posse do general Garrastazu Médici na Presidência da República, em outubro de 1969. A criançada ao lado, em silêncio, sabia só que estava acontecendo alguma coisa muito importante. 

Quando terminou, meu pai desligou o rádio, soltou os braços ao longo do corpo e olhou para minha mãe: "Ele não falou nada do aumento do preço da borracha". 

Na semana passada, me vi tendo a mesma reação de desânimo de meu pai. Li atentamente as entrevistas do presidente Lula e do ex-presidente Fernando Henrique à revista "Época" sobre as perspectivas do Brasil para 2020. E eles não falaram nada do meio ambiente. 

Para não dizer que não tocaram no assunto, um o abordou ainda como problema, e o outro como exemplo de um tema novo da globalização. Mesmo assim, "en passant". 

Claro, trataram de temas importantes, demonstraram ser duas das mais importantes lideranças brasileiras, mas ambos estão na agenda do século 20, não tangenciaram a mudança de perspectiva que é a marca do século 21. 

Os dois presidentes já tomaram iniciativas importantes na área ambiental, ambos têm discursos bem formulados a esse respeito, mas no improviso, parece que a coisa não vem de dentro. 

Parece não estar no cerne de sua concepção de futuro. 

Não reconhecem no Brasil, mais do que em qualquer outro país, o território propício ao surgimento de um modelo de desenvolvimento capaz de fazer a fusão concreta da justiça social sempre procurada, da dinâmica econômica e da dinâmica ambiental. 

No momento da decepção de meu pai, a empresa extrativista na Amazônia entrava em total decadência. 

As fazendas começavam a ocupar espaço, a campanha "integrar para não entregar" entrava no ar, fazia-se propaganda para a compra de terras na região. Um mundo entrava em colapso, e quem havia passado a vida dentro da mata se sentia perdido. 

Hoje, em âmbito incrivelmente maior, estamos num sistema em decadência e, novamente, não se tem uma visão estratégica de futuro, com sustentabilidade. O modo dominante de pensa está ancorado em questões compartimentadas. 

Há uma enorme dificuldade em reconhecer no ambiente natural o eixo integrador, a fonte dos limites, das oportunidades e do rumo que deve tomar a mudança estrutural que é a tarefa civilizatória do nosso século. 

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO – 01-06-09

"Conserte" os homens e arrume o Mundo!!!


Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo
e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los.

Passava dias em seu laboratório em busca de respostas
para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário
decidido a ajudá-lo a trabalhar.

O cientista nervoso pela interrupção,
tentou que o filho fosse brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível de movê-lo,
o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho
com o objetivo de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava!

Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e,
junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
-Você gosta de quebra-cabeças?

Então vou lhe dar o mundo para consertar.
Aqui está o mundo todo quebrado.

Veja se consegue consertá-lo bem direitinho!

Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.

Algumas horas, depois,ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
-Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!

A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho.

Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto.

Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança.
Para sua surpresa, o mapa estava completo.

Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.

Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

-Pai , eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem.

Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui.

Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era.

Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.

Autor desconhecido

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Minc "batendo" ou "apanhando"? - Dessa vez tomara que ele vença!!!


A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, levará à Comissão de Ética do governo federal denúncia pública contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. 

A informação consta de uma nota publicada no site da instituição na quinta-feira (28) e que repudia a tentativa do ministro, segundo a CNA, de desqualificar os produtores rurais. Na quarta-feira (27), durante audiência pública do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, a comissão especial sobre a crise financeira na agricultura da Câmara aprovou a convocação do ministro Minc, para que participe da próxima reunião, no início de junho. 

A solicitação partiu do deputado federal Marcos Montes (DEM-MG), que leu para os presentes uma notícia vinculada momentos antes, segundo ele, pela "Rádio CBN". "Ele chegou a chamar os pequenos e médios produtores de vigaristas", disse, exaltado.

A presidente da CNA considerou o ato do ministro "inaceitável". "Um funcionário público, que usa o posto que lhe foi confiado pelo Presidente da República para desconstruir toda e qualquer ponte em direção ao diálogo com a classe produtiva, deve responder pelos seus atos em todas as instâncias", diz a nota. "A construção de um Brasil ecologicamente responsável está sendo buscada pelo consenso. Ofensas e palavrões são intoleráveis", continua.

O documento argumenta ainda que os produtores rurais reafirmam ao País o compromisso com a preservação ambiental e com a manutenção da produção de alimentos. "O que não se admite, e não se pode admitir, é que o ministro do Meio Ambiente tente camuflar a solerte intenção de 
estabelecer o confronto no setor rural brasileiro, mostrando-se desqualificado para o cargo que ocupa." 

(Fonte: Estadão Online/ Ambientebrasil)

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